Papais literários que eu adoro!

domingo, 13 de agosto de 2017

Oiiie leitores, como vão?

Feeeliz dia dos pais!!! Para comemorar escolhi - da minha coleção - os papais que mais admiro/gosto. Ah, tinham outros, mas tinha que ser aquela lista livre de spoilers hahah

Culpa das estrelas: tanto o pai de Hazel quanto de Gus são um exemplo de pulso firme. Estavam ali ajudando, cuidando e amando.

Extraodinário a família é (ou tinha que ser) nosso porto seguro. E os pais de Auggie são para ele. Mesmo que tudo e todos se virem contra o garoto (por puro preconceito). 


Caixa de pássaros: sabemos que existem aquelas mães que são mais que mães. São pais (como a minha). E estas merecem parabéns duplos!! Malorie foi isso para seu filho e ainda adotou!

O ar que ele respira: também um exemplo de uma mãe que virou pãe. Devido à morta do marido, Elizabeth teve que reaprender a viver e cuidar da filha sozinha. 

Harry Potter: é aquele exemplo de que não precisa ser de sangue para ser nosso pai. Você deve ter uma pessoa que cuida tanto e está tão próxima que considera um. E na saga temos vários casos. 

Diário de Anne Frank: uma história real de um pai que, ao lado das filhas e esposa, tiveram que superar os momentos terríveis de guerra. Sobreviveu, sozinho e passou o resto de sua vida em cuidar para que a historia da filha fosse dita. 

E ai? Já leram estes livros?

Beijos!

Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.





Lê & filmes: Lar das crianças peculiares


Hey, cinéfilos!!!

Depois de muito tempo de enrolação (por n motivos) eu finalmente consegui assistir o filme baseado no livro Orfanato da Srta Peregrine para crianças peculiares. Eu já esperava diferenças - a começar pelo título do longa - mas me deparei com muitas coisas diferentes e que sim, me incomodaram. 

(nota da blogueira: a alteração do nome nunca me incomodou de verdade porque, admita, o nome do livro é gigante e às vezes da um nó). 

O filme (e o livro) contam a história de Jacob Portman que acabou de perder seu avô. De uma forma muito estranha. Como consequência, ele acabou passando a ter diversos pesadelos com os monstros que seu avô tanto lhe contou histórias. Com medo de o filho estar enlouquecendo, o pai de Jacob viaja com ele até a ilha próximo ao País de Gales, onde foi o orfanato onde Abe (avô de Jake) morou. 

A ideia era que Jake percebesse que as histórias de Abe eram fantasiosas e assim se recuperasse. Maas, como nada nesta vida acontece como planejamos, Jake acaba conhecendo todas as crianças das quais ouviu seu avô falar. E vivendo com eles uma aventura para salvar o mundo peculiar. 



Uma das primeiras grandes mudanças foram as próprias peculiaridades. Emma e Olive tiveram suas peculiaridades trocadas. Ok, até aí tudo bem. Afinal, para que o filme tivesse um fim foi necessário essas mudanças (os livros compõe uma trilogia). 

Estamos falando de Tim Burton e a fotografia do filme não poderia estar mais linda! Teve uma cena em especial que os efeitos me lembraram muito de seus outros filmes. 

O único ponto que me incomodou foi a maneira como trouxeram os etéreos. Nos livros, sentimos uma carga bem pesada, eles são mais malvados. O filme - acredito que para pegar uma classificação indicativa menor - infantilizou-os. Achei que as piadas e facilidade em lidar com eles possa ter tirado um pouco da essência que Riggs nos apresentou. 

Houveram algumas outras mudanças que não curti muito, mas ai soltaria spoilers #naoqueroconfusaonoscomentarios . Se você leu o livro, provavelmente vai se sentir levemente frustrado, caso não, pode até ser que goste :)

Bom, não deixem de dizer para mim o que acharam!!! 

Beijos!


Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.





Resenhando: o livro Paixão sem limites, Abbi Glines

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Oiie leitores do meu core, como vão?

Bienal está chegando e eu preparei uma maratona pra vocês. Ao longo desses vinte dias que faltam pretendo postar aqui dicas para aguentar esses dias de evento e para você que (infelizmente) não poderá ir, pretendo trazer tudo: resenha de livros dos autores participantes, fotos, videos, sorteios... #seprepare

E o primeiro livro que trago para vocês é o volume 1 da série Rosemary Beach . Eu já havia tido um contato com a autora através do quarto volume. Porque eu não sabia que era série quando comprei #affs 

Maaas cá estou para dizer tudo o que achei, agora lendo na ordem certa. Nesse primeiro volume, vamos conhecer Blaire e Rush. Blaire é uma jovem de 19 anos que já perdeu tudo: a irmã, a mãe e o pai, que a abandonou. E perdas como essas nos marcam para sempre. 

Após a morte da mãe, Blaire se vê obrigada a ir atrás do seu pai, que está casado com outra. Chegando lá ela conhece Grant e Rush. Rush, por um acaso, é o filho da nova mulher do pai de Blaire. E mesmo a contra gosto ( e por insistência de Grant), ele a deixa ficar o mês lá. O que eles não imaginavam era que uma possível atração entre eles poderia bagunçar tudo. 


Livros new adult não é algo que eu costume trazer para vocês, confesso. Mas sempre ouvi falarem tanto da série que decidi lê-la. Como já tinha lido o quarto volume, fiquei surpresa com a capacidade da autora de usar a "mesma receita" e criar "bolos diferentes". Deixa eu tentar explicar, a essência da história me pareceu a mesma, mas os motivos que a regem mudaram um pouco. 

Isso atrapalha? Olha, não sei. Paixão sem limites me foi mais que um livro "hot". Nele falamos de luto, abandonos, preconceitos entre classes sociais, objetificação do corpo feminino. 

Eu ri dos mocinhos, me irritei, chorei... Foi aquela montanha russa de emoções. Blaire me pareceu uma mulher de garra, lutando por tentar conseguir suas coisas mesmo quando alguém se oferecia para bancá-la. #issoéotimo  

Rush começou sendo um babaca (#confessemos) e terminou um doce. Sendo aquele típico mocinho de hots. (nota da blogueira: mil desculpas, mas eu prefiro os nerds, aqueles que são doces o tempo todo... Playboys não me encantam). E isso eu não curti tanto. Porém foi mais por não fazer o meu estilo pessoal do que sua construção. 

O livro é fino, de certa maneira e o li em um dia. Então vai dar para ler tudo? #torçamos  

E aí? Já leram? Gostam? Não gostam?

Beijos!

Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.





Resenhando: Agarra que é amor, da Vanessa Bosso

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Hey queridões, como vão?

A resenha de hoje é a sequência do livro Chuta que é carma! que eu resenhei na nossa primeira ediçao da revista digital (veja aqui). Maaas relaxa que eu prometo não soltar spoiler, ta?

Em Chuta que é Carma! Clara decidiu fazer uma viagem. Mas não uma qualquer. Depois de algumas topadas (ou várias, no caso dela), chega um momento em que devemos repensar algumas atitudes nossa. E é em busca desse auto conhecimento e fortalecimento, que ela e sua amiga Patty vão enfrentar várias aventuras. 

Sejamos sinceros, quem muda do dia pra noite? 

Então no segundo volume temos uma Clara que já melhorou em muito, mas que ainda tenda se reajustar à nova vida. Mas não seria um livro da querida Vanessa Bosso se não tivesse um romance, então depois de tantos carmas (#quemnuncateve), Clara teria seu primeiro dharma ( #porquemerecemos). 


Clara é aquela mulher bem sucedida profissionalmente, porém quando se trata de suas relações amorosas, nunca teve muita sorte. Mas ela sempre se manteve firme, até seu ultimo relacionamento (o cara aprontou de verdade!). 

Ao contrário do primeiro volume, vemos uma Clara menos "dramática". Claro que ela ainda apresenta inseguranças e medos. Mas Vanessa Bosso soube dosar super bem, nos fazendo rir a todo momento. 

Patty é ainda mais amiga de Clara e quem não quer uma amiga dessas? Capaz de se jogar nas maiores loucuras para ajudá-la, jamais perdendo o jogo de cintura. 

A duologia fechou com chave de ouro, só tenho isso a dizer! hahahah Mais coisas poderiam soar como spoiler e apesar de eu curtir um, talvez você não goste :)

Beijos!


Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.





Resenhando: o livro Confesse, de Colleen Hoover

domingo, 6 de agosto de 2017

"Conte alguma coisa sobre você que mais ninguém sabe. (...)
 Algo que eu possa guardar comigo"

Aqui tem dose de: drama, amor, comédia

Oiie leitores, tudo bem? 

Eu pensei em várias maneiras de começar essa resenha. Queria então começar dizendo que todas as confissões deste livro são reais - as divertidas e doloridas - e eu as senti. Então, querido anônimo que se confessou, espero que seu fardo esteja mais leve. 

Auburn Reed perdeu tudo o que mais amava. E é assim, cinco anos depois de sua maior perda, que o livro começa. Temos uma jovem que tenta, mesmo com todas as provações, reconstruir a vida. E isso quer dizer que ela precisa ter muito foco, se manter na linha e dinheiro. 


" – Eu amarei você para sempre. Mesmo não podendo.

– E eu amarei você para sempre. Mesmo não devendo."

E é em busca de mais um emprego que ela vai parar no estúdio do artista Owen Gentry (nota da blogueira: que tem o melhor apelido do mundo!!!). E eles sentem uma conexão muito forte. Pela primeira vez em muitos anos, ela se sente viva. #eissoémagico

Mas existe muito mais em jogo. E para que um relacionamento possa ser estabelecido, confissões precisam ser feitas.  (nota da blogueira: e sejamos justas, isso é muito dificil!) #OMGeuteentendo



Confesse era um livro que estava nos meus desejados desde o lançamento. Eu já li outros livros da autora e todos me conquistam de alguma maneira, mas talvez tenha sido esse o que me tocou de uma maneira mais especial. 

Seja pelas confissões que me fizeram repensar algumas coisas ou pelo jeitinho dos protagonistas. Ou pelo mistério que a autora vai desvendando em pequenas doses. 


Owen Gentry é um artista que cria sua obra através das confissões #euameiisso. Ele, de alguma maneira, dá voz aqueles bilhetes deixados na janela de seu atelier. Expõe aquele pensamento que a pessoa não quer dizer em voz alta, mas quer que seja visto. Para que outros saibam que aquilo acontece. 

Auburn Reed é uma mulher que teve que amadurecer cedo. Foi necessário que ela fizesse escolhas em sua vida que ela tampouco gosta, mas lida com elas com tato, sem abaixar a cabeça. E eu queria poder dizer muito mais dela, mas pra isso teria soltar spoilers e #Xôspoiler. 

O livro é contado pela voz de ambos  e eu amo livros assim porque eles nos permitem descobrir tudo e a conexão com o casal se torna ainda maior. Owen é atencioso, divertido, inteligente (#meucrush) e consegue redespertar estes sentimentos em Auburn. 

Conforme a leitura fluía, fui ficando curiosa a respeito das obras de Owen e qual não foi minha alegria ao ver que Colleen nos trouxe as principais obras. Amei demais! 

É um livro de leitura gostosa (li em um dia) que te prende do inicio ao fim, nos fazendo rir e chorar. Sobre o final, para mim foi perfeito. Porque consegui sentir tudo que viria pela frente!

Beijos!


Confesse

Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 316 páginas

Onde comprar: Amazon | Cultura|  Saraiva | Travessa | 






Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.





Respondendo à tag aleatoriedades!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Oiie queridões, como vão?

Estava fuçando a internet e achei, no blog It's Kimby essa tag bem legal! E tratei logo de responder pra vocês :) 

Eu sou aquele tipo de pessoa que gosta sempre de estar ocupada. Preciso sempre estar fazendo algo. Claro que tiro um tempinho para relaxar (senão piramos), mas não pode ser muito longo

Eu não suporto preconceito. Eu sempre acreditei que temos o direito de ser quem quisermos. O respeito às diferenças tem que ser um ato contínuo

Eu nunca fiz esportes radicais. Não consigo, sério. Mas acho legal hahaha

Eu já fiz dança de salão mesmo forçada. Hoje até gosto, aprendi a dançar pelo menos forró hahahah

Quando criança eu brincava de imaginar mundos. Algumas vezes sozinha, outras acompanhadas do meu irmão caçula. Outras eu escrevia esses lugares, outros eu só brincava neles. 

Neste exato momento estou comendo hahaha

Eu morro de medo de perder mais alguém da minha família. Já perdi meu pai e me dói só de pensar em perder mais algum dos meus amores. 

Eu sempre gostei de sorvete. E chocolate. E se for sorvete de chocolate estou nos céus #amodemais


Se eu pudesse eu viajaria pelo mundo todo! Fazer aqueles mochilões, conhecer novas culturas... Adoro demais! #sonharnaocustanada

Fico feliz quando consigo me desconectar do mundo e curtir os momentos em família. Na correria do dia a dia, isso se tornou raro #infelizmente

Se pudesse voltar no tempo eu teria aproveitado mais da companhia do meu pai. Teria dito que o amava. 

Adoro assistir animações. #mejulguem Amo demais! Estou sempre vendo um, surto quando estreia no cinema...

Quero aprender mais sobre técnicas de fotografia. Adorei aprender a fotografar, mas ainda não sou lá muito boa com pessoas :( 

Eu preciso criar coragem. Para escrever e postar mais textos, de me desafiar e descobrir novas coisas sobre mim... É um trabalho que venho exercitando. 

Não gosto muito de filmes ou livros de terror. Me falta coragem, lembra?

E vocês? 

Beijos!


Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.





Lê & filmes: O espaço entre nós

quarta-feira, 2 de agosto de 2017


Oiie cinéfilos queridos, como vão?

Domingo foi dia de filmes e eu consegui assistir a dois: Star Wars (que é assunto para um outro post e O espaço entre nós). E é do ultimo que vamos falar agora. 

A Terra está perdendo seus recursos devido o mau uso feito pelos seres humanos. O East Texas foi uma empresa criada com o intuito de povoar Marte. E o filme começa com um grupo de astronautas ao comando de Sarah Elliot embarcando rumo a este planeta. Porém, durante a viagem, descobre-se que Sarah está gravida. #aicaramba

E ai vem a primeira grande questão do filme: em uma situação dessas, cabe a quem decidir o que fazer? As astronautas que foram povoar Marte não poderiam ir grávidas justamente pelo risco incerto de se ter um bebê no espaço sideral. 

Eles acabam decidindo seguir a gravidez e manter o bebê vivo. No dia do parto, Sarah não resiste, deixando Gardner órfão. Avançamos no tempo até encontramos agora um jovem de 16 anos, cansado de viver em uma bolha, isolado. 

E aí vem a segunda grande questão do filme: um ser humano pode condenar um pessoa inocente a viver sem contato com outros? 

Gardner Elliot só tem uma amiga (que por acaso mora na Terra) e ele se comunica com ela todos os dias. Então quando ele é levado à Terra, logo vai atrás dela. 

O espaço entre nós é um romance/drama que vai te desconcertar. Com uma filmografia muito linda (eu particularmente adoro filmes espaciais), vamos entender muito bem a alegria de Gardner por pisar na Terra. Marte não tem árvores, água. Cor. Marte não tem cor. 


Asa Butterfield está incrível no filme, agindo verdadeiramente como um extraterreste, tanto nas passadas quanto no jeito de encarar o que hoje consideramos normal.  Britt Robertson como Tulsa conseguiu mostrar aquela jovem que já levou tantas pisadas do mundo e É criou uma barreira em si. #meidentifiqueivariavezes

É um filme lindo que vai te emocionar ao falar sobre o peso do amor, da família e das relações pessoas em nossa vida. O ser humano, mesmo o criado em Marte, tem necessidade de se relacionar #jamaisesquecamos

 A playlist está bem legal também! Só uma coisinha que me incomodou: como podemos sentir tanta falta de alguém e se importar tão pouco com o que (ou quem) ela deixou no mundo? Sem mais detalhes para evitar spoiler.

É um filme que vai te emocionar, além de te fazer refletir. Ele está disponivel na Netflix

Ultima pergunta, o que você mais gosta na Terra? 

Beijos!


Leatrice
Prazer, Lê! Tenho 20 anos, sou paraense mas moro em Niterói. Apaixonada pelo mundo literário em suas diversas facetas e agora uma apaixonada por fotografia.
 
© Lê e Ler!, VERSION: 01 - BOOKS - outubro/2016. Todos os direitos reservados.
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